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Semantix lança curso online de Python para Engenharia de Dados

O curso Python para Engenharia de Dados vai lhe preparar e aprimorar em programação Python para que consiga realizar funções básicas, intermediárias e algumas técnicas avançadas necessárias a um engenheiro de dados. Os usuários que nunca utilizaram essa linguagem de programação irão entender como estruturar o seu código e quais bibliotecas são importantes para realizar processos de ETL. Usuários que já utilizam programação Python poderão se aprimorar com frameworks importantes para a Engenharia de Dados, bem como trabalhar em alguns desafios que exigirão conhecimentos importantes com o Python.

Acesse o curso e matricule-se já!

Para quem o curso é indicado?

Profissionais de TI que gostariam de ingressar no ambiente Python.

Entusiastas em outras linguagens de programação que queiram migrar de área.

Desenvolvedores que queiram migrar para a área de Engenharia de Dados.

Sobre o instrutor

Raphael Gil trabalha em projetos de Big Data há mais de 5 anos.

É Engenheiro de Dados na Semantix e fanboy de Python.

Semantix participa do evento “Jornada para a Indústria 4.0”

Realizado em São Paulo pela Rockwell Automation no dia 10 de abril, o evento teve como objetivo discutir os avanços da Indústria 4.0 e a forma como essa evolução melhora a produtividade dos negócios por meio de debates sobre tecnologias, cenários, tendências e casos de sucesso que conectam participantes de diversos setores da indústria.



O Head de IoT da Semantix, Gabriel Dias, participou do debate sobre a situação da Indústria 4.0 no Brasil atualmente, abordando a relação entre pesquisas acadêmicas e projetos inovadores em grandes empresas.

“A Semantix pavimenta o caminho entre pesquisa e mercado, produtizando o conhecimento e criando soluções que resolvam problemas de negócio. Para isso, também é essencial pessoas com a carreira acadêmica dentro da empresa, pois elas facilitam a comunicação entre pesquisa e mercado. Nós temos, por exemplo, um laboratório na Unicamp focado em visão computacional e técnicas de machine learning, como NLP e Deep Learning, que é direcionado por um professor pesquisador reconhecido nessa área”, citou Dias.

Outro assunto abordado foi a origem de um projeto de Inteligência Artificial, que possui três pilares: a parte computacional, os algoritmos matemáticos e a expertise do negócio. “Um projeto de sucesso é a junção do vasto conhecimento e capacidade nos dois primeiros pilares e a profunda experiência sobre o negócio. Via de regra, esses projetos nascem em áreas de negócio e podem ter resultados muito mais positivos do que um algoritmo preditivo ou um modelo que se aprimora com o passar do tempo, já que eles nos dão a oportunidade de encontrar mais problemas que podem ser resolvidos com modelos matemáticos e algoritmos avançados.”

Em relação aos temas mais comuns de Inteligência Artificial nas grandes indústrias, Gabriel Dias acrescenta que existem três tópicos que geram muita demanda de projetos: dentro da linha de produção, as indústrias querem melhorar a qualidade para reduzir o retrabalho e fazer manutenção preditiva; e no backoffice, domina a procura por algoritmos de previsão de demanda nas grandes indústrias.

Cultura Data Driven: os dados como ativos das companhias

Proveniente da transformação digital, o Big Data – grande conjunto de dados armazenados – é uma das tecnologias emergentes com capacidade de gerar valor para as companhias, sendo um tipo de solução que tende a se valorizar. Segundo estimativa da Gartner, empresa de consultoria e pesquisa, até 2021 as organizações passarão a ser valorizadas de acordo com seu portfólio de informações, sendo esse um dos maiores ativos que os negócios terão.

Nesse sentido, a tendência é que o modelo Data Driven seja cada vez mais utilizado. Com ele, as corporações irão tomar decisões precisas por meio da análise de informações, gerando insights preciosos que dependem de uma assertividade grande para aumentar as margens.

Semantix lança curso online de MongoDB

O curso de MongoDB capacita profissionais de TI a respeito dos benefícios do uso deste tipo de banco de dados, como instalar, acessar e trabalhar com suas estruturas, além de Criação/Alteração/Deleção de Database, Collections e Documentos.

Também é possível conhecer as diversas formas de realizar buscas de documentos inseridos, com a utilização ou não de parâmetros. Em relação ao uso, você aprenderá a utilizar o MongoDB de forma Local ou Web. Após a conclusão do curso, você entenderá as características e arquiteturas, como acessar e utilizar via comandos e trabalhar com interfaces locais e em nuvem de Banco de Dados Orientados a Documentos.

Para quem o curso é indicado?

Profissionais de TI, desenvolvedores e entusiastas que desejam conhecer um ambiente de Banco de Dados NoSQL Orientados a Documentos e os conceitos de utilização e manipulação de dados em banco de dados MongoDB, além daqueles que desejem migrar para a área de Engenharia de Dados e almejam adquirir conhecimentos em Bancos de Dados NoSQL Orientados a Documentos.

Sobre o instrutor

Leonardo Muniz trabalha há 15 anos com TI, é professor universitário desde 2012 e, nos últimos dois anos, atua como Engenheiro de Dados usando a ferramenta MongoDB na Semantix.

Acesse o curso e matricule-se já!

Por que usar Inteligência Artificial no backoffice?

Independente do ramo de atuação, a maioria das empresas perdem muito tempo e dinheiro com atividades de backoffice para manter suas operações funcionando com eficiência. Todos os dias, tarefas repetitivas e pouco cognitivas são executadas manualmente e ocupam grande parte da carga horária, reduzindo a capacidade e eficácia de produção das organizações.

Ainda que auxiliem na gestão do backoffice, as soluções tradicionais de automação não são capazes de acessar a maioria dos dados e informações da empresa. Desse modo, os profissionais acabam executando o trabalho pesado de encontrar meticulosamente as informações certas para sustentar os processos de negócios.  

O uso da Inteligência Artificial para automatizar esses processos tem o potencial de aumentar a produtividade das empresas, permitindo que elas foquem os esforços humanos em atividades estratégicas. De acordo com a consultoria McKinsey, muitas empresas de diferentes setores têm usado IPA (Intelligent Process Automation) e alcançado excelentes resultados: automatizando de 50 a 70% das tarefas, elas obtiveram uma redução de 50 a 60% no tempo dos processos e um ganho em produtividade de 20 a 35%, além de um retorno sobre os investimentos em porcentagens de três dígitos.

Diante desse cenário, a Semantix desenvolveu uma solução para automatizar processos de negócio com o uso da Inteligência Artificial (IPA). Usando a mais avançada tecnologia cognitiva, o Semantix OpenGalaxy Cognitive fornece automação de tarefas repetitivas, impactando a eficiência e tornando os processos de decisões mais precisos.